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“O
que a fotografia reproduz no infinito aconteceu
apenas uma vez : ela repete mecanicamente o que
não poderá nunca mais se repetir existencialmente”
Roland Barthes, A Câmara clara, 1980.
Invenção
francesa, o governo vai oferecer o procedimento
fotográfico ao mundo inteiro. Estamos em
1839. O sonho tornou-se, enfim, realidade.
Amadores
afortunados, inventores apaixonados, pintores “convertidos”
a esse novo medium, cientistas, todos buscam aperfeiçoar
as técnicas.
Desde
a primeira imagem realizada por Nicéphore
Niépce em 1826, a questão se coloca:
será a fotografia uma arte ?
Esta
exposição conta uma história
de uma extraordinária vitalidade que começou
na França há menos de dois séculos.
Ela
deseja permitir a cada um de nós contar a
si mesmo uma história.
Sophie
Schmit, historiadora de arte, curadora da exposição
« Ce que la photographie reproduit à
l’infini n’a eu lieu qu’une fois
: elle répète mécaniquement
ce qui ne pourra jamais plus se répéter
existentiellement ». Roland Barthes, La Chambre
claire, 1980.
Invention
française, le gouvernement va offrir le procédé
photographique au monde entier.
Nous sommes en 1839. Le rêve est enfin devenu
réalité.
Amateurs
fortunés, inventeurs passionnés, peintres
reconvertis à ce nouveau médium, scientifiques,
tous cherchent à en améliorer les
techniques.
Depuis
la première image réalisée
par Nicéphore Niépce en 1826, la question
se pose: la photographie est-elle un art ?
Cette
exposition raconte une histoire d’une extraordinaire
vitalité qui a débuté en France
voilà moins de deux siècles.
Elle
souhaite également permettre à chacun
d’entre nous de se raconter une histoire.
Sophie
Schmit, historienne de l’art, commissaire
de l’exposition
VEA AQUI A APRESENTAÇÃO
DA EXPOSIÇÃO 100 X FRANCE
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